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De startup para blue chip: piratas rapidamente ampliam ofertas ilegais para competir pelos seus negócios

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Página 1 de 3 De startup para blue chip: piratas rapidamente ampliam ofertas ilegais para competir pelos seus negócios Novos dados da Irdeto identificam mais de 2,7 milhões de anúncios oferecendo dispositivos ilícitos de streaming; 100 principais websites de fornecedores de IPTV pirata geram mais de 16.460.000 de visitas por mês AMSTERDÃ – 08 de dezembro de 2016 – Novos dados da Irdeto, líder mundial em segurança para plataformas digitais, indicam que o roubo de conteúdo por piratas tornou-se um negócio plenamente amadurecido e um enorme concorrente das operadoras de TV por assinatura. Segundo os dados, hoje há mais de 2,7 milhões de anúncios de dispositivos ilícitos de streaming em websites de e- commerce, inclusive a Amazon, eBay e Alibaba. Em uma investida verdadeiramente multicanal, esses anúncios também podem ser encontrados em redes sociais, inclusive Facebook, Twitter e outras plataformas proeminentes de rede social. Os piratas estão ficando mais empreendedores e ampliando seu marketing de dispositivos ilícitos de streaming. Dados da SimilarWeb, líder em inteligência de mercado digital, mostram que o crescimento no tráfego global resultou em mais de 16.460.000 visitas mensais aos 100 principais websites de fornecedores de IPTV pirata. Os EUA e o Reino Unido são os países com mais de 3,7 milhões e um milhão de visitas mensais aos sites, respectivamente. Em geral, ao selecionar um serviço, as escolhas dos consumidores resumem-se em conteúdo, valor e conveniência. Os piratas exploram essas três necessidades oferecendo serviços e dispositivos que concorrem com seus homólogos legais. Sem os custos da aquisição legal de direitos e conteúdos, os piratas conseguem apropriar-se de participações valiosas no mercado. Segundo os dados da Irdeto, um fornecedor pirata típico oferece uma média de 174 canais, sendo que alguns oferecem mais de 1.000 canais. O conteúdo pode ser acessado a um preço médio de assinatura de US$ 194,40 por ano, ou um custo espantosamente baixo de US$ 16,20 por mês – bem inferior ao custo médio de TV por cabo nos EUA, que é de US$ 103,10 por mês. Em alguns casos, a despeito da natureza ilegal da oferta, os baixos custos e a disponibilidade de conteúdo de qualidade convencem os consumidores a escolher um dispositivo pirata em vez de serviços legais de TV por cabo, satélite ou OTT. "Para proteger-se contra essas empresas piratas cada vez mais numerosas, os titulares de conteúdo e as operadoras precisam compreender os fatores que afetam a decisão do consumidor, inclusive ter uma visão completa da pirataria e das estratégias que os piratas utilizam para transformar suas atividades em empresas legítimas", explicou Rory O'Connor, Vice-Presidente de Serviços da

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